quarta-feira, 29 de abril de 2009

Aula Nº9

Nesta aula fizemos algumas revisões a cerca da matéria abordada na aula que passamos a citar:

Ø Nas dinâmicas de grupo o dinamizador deve usar frases “eu”, sempre na primeira pessoa;
Ø Há grupos que são altamente resistentes à mudança em alguns papéis. A mudança causa no grupo a necessidade de reorganizar as relações;
Ø Diferença entre imergir (o que vem a superfície) e emergir (o que desce, o que se afunda);
Ø Antes de se fazer uma dinâmica temos de conhecer bem o grupo e as relações entre essas pessoas;
Ø Um indivíduo que tem um papel conflituoso num grupo, noutro pode ser passivo. Esse indivíduo conflituoso após já lhe terem sido dadas várias oportunidades, o dinamizador tem que assumir a exclusão do elemento do grupo e convidá-lo a integrar outro;
Ø Perceber que as pessoas têm um papel diferente naquele grupo do que o têm na vida do dia a dia;
Ø Selfs múltiplos ou múltiplos “Eus”, isto é nos temos diferentes papeis em diferentes grupos;
Ø Temos que conseguir criar singularidade e promover modificação. Fazer imergir o que é positivo, saber o que aquela pessoa faz bem.

Resumo feito por Sílvia Dias

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Aula Nº8

Nesta aula abordamos o papel do facilitador segundo Carl Rogers
· o que o facilitador NÃO deve fazer, explorar excessivamente e abusivamente com o grupo…
· o que o facilitador deve fazer
· competências necessárias ao facilitador
Noção de “Listening Tools”: ouvir atentamente o que o formando está a dizer, mostrar de forma verbal e não verbal que está a prestar atenção ao que os formandos estão a dizer para que eles sintam que consideremos importante o que eles estão a dizer.

Resumo feito por Silvia Dias

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Resumo: Processos de Interacção cap.IV As Dinâmicas de Grupo

A noção de interacção surge, pela primeira vez, entre os pioneiros da psicologia social. Segundo E. Eubanck, a interacção é "a força interna da acção colectiva vista da parte daqueles que nela participam". Este distingue a interacção em dois grandes tipos: as interacções por oposição ( conflito e competição) e as interacções por acomodação ( combinação e fusão).Os efeitos destes tipos de forças levam às relações que se estabelecem entre os diversos membros do grupo, podendo causar proximidade, sentimentos de igualdade/semelhança entre os diversos membros e a nível global no que diz respeito à estabilidade do grupo.
As interacções sao unidades de acção (B) de um sujeito que responde a estímulos do sujeito (A, podendo produzir-se entre vários individuos de um mesmo grupo, ou até entre dois grupos. estas acçoes devem ser identificadas,classificadas e ralacionadas para se estabeler uma análise processual e de rendimento.
Para se proceder à analise das relações que constituem o movimento grupal é necessário fazer uma análise sistemática das interacções. Assim, Bales criou um sistema de categorias para ordenar o estudo empírico das relações humanas. As três grandes categorias de um grupo são: àera sócio-afectiva; àrea das fuñções pré-operatórias; àrea socio-afectiva negativa. geralmente todos os grupos que ulprapassam um conflito, tendem a passar por estas fases . No decorrer da fase conflituosa é fundamental implica o surgimento de uma ligerança mais eficaz. A presença de um líder é fundamental, porque se não for desta forma, o grupo torna-se menos produtivo.
Para além do sistema de categorias, a análise do quadro dos perfis de interacção permite-nos conceber uma noção mais sintética quanto ao número de de interacções e a sua correspondência: quem se dirige mais vezes ao grupo em geral, e se é igualmente quem mais recebe e por fim, se todos os sujeitos (sem contar com mais influente), as emissões são dirigidas, aos memnros mais activos do grupo e só depois ao grupo em geral. A estes fenómenos de focagem de atenção para determindos individuo(s) de um grupo denomina-se o poder de centralização. Normalmente, quanto maior é o grupo, maior são as diferenças, reforçando a centralização num ou mais membros com uma postura mais influente ou activa. Por fim, as noções de papel e de estilo de papel, esta análise recai sobre o sujeito com um papel central ou que se pode classificar como líder. A sua inflência varia qualitativamente. Este pode assumir uma postura de líder directivo (dando ordens e estabelecento ele as regras), ou não directivo (esclarecendo e coordenando o grupo). A complemtaridade e produtividade resultam do tipo de liderança exercido. A teoria interaccionista defende a noção de sequência devido aos problemas funcionais que surgem dentro de todos os grupos. No entanto, o sistema de Bales não é exaustivo, atendendo unicamente às interacções explicítas e negligenciando as áreas latentes do grupo,como a àrea emocional. A análise dos processos exige o recurso a outras formas de investigação com carácter experimental ou clínico. Refere ainda a existência de três categorias de papéis no seio do grupo: os papéis relativos à função (facilitadores, coordenadores dos objectivos e à forma de os atingir); os papéis relativos à manutenção da vida colectiva (estimulador, mediador, protector ao nível da defesa dos interesses socio afectivos; os papéis individuais que são os membros que elevam a satsifação das suas necessidades individuais em detrimento da produtividade do grupo ou clima colectivo.
Assim, podemos aperceber-nos da forma como reage cada membro do grupo a uma acção, realizando uma retroacção, isto em função dos perfis e papeis assumdios por cada membro. Os conlflitos resultam de problemas funcionais que tem está relacionado com a imposição de normas e descoberta e o assumir papéis dentro do grupo. A teoria interaccionista e a análise sistemática ajudam a comtemplar as interacções, conflitos e desenvolvimento do grupo e das relações entre os grupos.
Resumo realizado por: Sónia

Aula Nº7

“Nas dinâmicas de grupo não se brinca, joga-se”

Nesta aula fizemos uma pequena abordagem ao livro “Métodos de formação” em que a ideia central do livro é as dinâmicas de grupo. Onde existem várias dinâmicas como o “Eu Positivo” dinamizado na aula e na aula e a dinâmica “O feitiço contra o feiticeiro”.
Neste livro faz-se referencia a distinção entre animação e o que não é animação.
Falou-se também em animação da formação em debates e em actividades de conclusão.
Uma dinâmica é um jogo quando:
1) se encontra devidamente estruturada;
2) é uma actividade de simulação, embora possua um pouco de competição
3) possui objectos específicos
Abordagem aos conflitos.
Um facilitador terá de ter competência de assumir: escuta activa, interpretar determinados comportamentos e mesmo sentimentos, o facilitador é um indivíduo que tem de ter uma função de suporte.
Weiss fala em necessidades sociais onde diz que o stress é uma sobrecarga, que os benefícios que retiramos das relações interpessoais servem duas situações: nas de stress e nas restantes.

Resumo elaborado por Silvia Dias

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Aula Nº 6

Nesta aula fizemos a dinâmica da Histórinha Clínica onde tivemos de preencher uma tabela onde constava os seguintes tópicos: actividade (intervenção dos participantes), passos (características da actividade, acção/intervenção do facilitador), objectivo (envolver os participantes no jogo, fazer com que eles estabeleçam contacto visual), época local (o jogo de posicionamento de papeis temos de nos posicionar e comportar de acordo com a época e o local onde estamos), público, a duração (tempo que demorou a organizar o grupo), os responsáveis e os recursos (financeiros, didácticos, humanos).
Referenciamos o erro educacional fundamental de Orlando Lourenço: é uma crença generalizada de que quem faz de errado alguma coisa deve ser punido e quem faz bem não faz mais que a sua obrigação.
Também fizemos outra dinâmica em que dois dos alunos saíram por momentos da sala, e onde a professora lhes disse que eles deviam cada um defender uma ideia e os alunos que estava na sala quando eles pusessem a sua ideia uns deviam estar a favor e outros deviam estar contra mas estes dois alunos não sabiam que uns estavam de acordo outros estariam a favor das suas ideias. No fim avaliou-se o como se sentiram os dois alunos quando viveram a situação de uns estarem a favor e de outros estarem contra.
Resumo feito pelo Márcio

quinta-feira, 26 de março de 2009

Correntes de Investigação e Noções de Base (capítulo I) - As Dinâmicas dos Grupos de Jean Mainsonneuve

Já Platão na República, ou Aristóteles em A Política, encontravam um conjunto de hipóteses e de análises sobre os fenómenos colectivos, as suas estruturas e transformações. Freud interessou-se em especial por grupos específicos, como a família e a escola. Durkheim criou a expressão « dinâmica social».
A expressão Group Dynamics, apareceu pela primeira vez em 1944 num artigo de Kurt Lewin, e promoveu a corrente de investigação com o seu nome. A ideia de Kurt Lewin inspirou a criação de um organismo de estudos, o « Research Center of Group Dynamics«.

Hoje podemos distinguir um sentido lato e um sentido restrito da dinâmica de grupos: o sentido lato envolve um conjunto de trabalhos consagrados aos grupos restritos. Os grupos são o resultado de forças que se devem identificar.
As implicações da dinâmica que todas as correntes de investigação aceitam são:

  • a investigação e a intervenção devem estar associadas;
  • a mudança e a resistência à mudança constituem um aspecto essencial da vida dos grupos.

Existem quatro principais correntes de investigação:

A corrente dinamista ou lewiniana

O grupo define-se não só pela sua proximidade ou reunião dos seus membros, mas como num conjunto de pessoas independentes. Pode desenvolver situações de tensão tanto positivas como negativas. Cabe ao grupo tentar resolver essas tensões e restabelecer o equilíbrio mais ou menos estável.

A corrente interaccionista

Adoptam uma posição imprevista e descritiva, destacando os efeitos e hipóteses. Bales quer fundar a investigação sobre os processos de interacção entre indivíduos. A sua atitude difere da lewiniana pois "um falso conceito consiste em supor que todo o progresso científico se faz em termos de uma estratégia dedutiva de sentido único".

A corrente psicanalítica

Freud interessou-se pela psicologia colectiva. O freudismo constitui o tipo de uma aproximação dinâmica de conduta, em razão do desenvolvimento da terapia de grupo. Existem alguns processos em comum às duas correntes (tensão, conflito individual, grupal, psicológico ou mesmo sociológico). Alguns investigadores pretendem reduzir os mecanismos dos grupos aos modelos freudianos da família. As acções e as percepções dos membros são unicamente os elementos de uma estrutura complexa, e aí reside um ponto-chave das dinâmicas de grupo.

Para concluir este capítulo, podemos dizer que a dinâmica de grupos, interessa-se pelas componentes e processos que vão intervir na vida dos grupos. Não existe nenhuma classificação de grupo, contudo existem quatro critérios fundamentais: a relação com a organização social, com as normas aceites, com fins colectivos e com o próprio projecto colectivo. Pode ser um grupo institucional (depende da organização social); um grupo espontâneo (conjunto de projectos particulares); grupo de base (os membros concentram-se sobre o grupo e os factores afectivos predominam); grupo de trabalho (os membros realizam uma acção em conjunto, com uma finalidade); também existem os grupos naturais e os grupos de laboratório.

O estudo dos grupos situa-se entre o psicológico e o sociológico.

Resumo feito pela Xana

sexta-feira, 20 de março de 2009

A Dinâmica dos Grupos - Jean Maisonneuve

"Os grupos não são objectos estáticos: nascem, desenvolvem-se, mantêm-se ou dispersam; em resumo possuem uma história".
Jean Maisonneuve

Neste livro é apresentado uma análise sobre a complexidade e natureza da noção de grupo.
Está dividido em vários capítulos, em primeiro os principais assuntos de investigaçao em dinâmicas de grupo seguido das aplicações da dinâmica dos grupos; cada um com um tema dedicados a essa temática.
Na introdução, é apresentado a noção de grupo. um grupo envolve um vasto conjunto de características. Os membros, são pessoas que compões um grupo, são pessoas distintas com alguma coisa em comum. Todos os grupos aparecem associados a um processo que implica uma força, aí nasce a dinâmica dos grupos.
Feito pela Xana