
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Aula Nº12
Nesta aula estivemos a rever o modo de elaborar um sociograma. Os sociogramas são utilizados para identificar as interacções grupais e também para avaliar a eficácia de intervenções nas interacções grupais (antes e depois de).
Inicialmente faz-se uma pergunta ao grupo, por exemplo: “Com que pessoas gostarias de fazer um trabalho para esta disciplina” e pede-se a cada elemento do grupo que escolha as pessoas por ordem de preferência (1ª escolha, 2ª escolha e assim sucessivamente). Para cada pergunta/critério é feito um sociograma.
Cada escolha recebe uma pontuação de acordo com a ordem em que ocorreu: num grupo de 3, a 1ª escolha tem a pontuação de 3, a 2ª de 2 e a 3ª de 1. No sociograma a intensidade é representada pela grossura das setas, o que nos permite verificar a intensidade com que cada elemento é escolhido.
Estamos perante uma mutualidade quando um elemento escolhe e também é escolhido por esse mesmo elemento.
A estrela sociometrica é aquele elemento que possui mais mutualidades.
O número de círculos concêntricos diz respeito ao número de mutualidades que surgiram no grupo. No centro encontra-se o elemento que teve mais mutualidades e no último circulo o elemento que não teve mutualidades.
Também o nosso grupo irá realizar um sociograma que constará no portefólio.
Inicialmente faz-se uma pergunta ao grupo, por exemplo: “Com que pessoas gostarias de fazer um trabalho para esta disciplina” e pede-se a cada elemento do grupo que escolha as pessoas por ordem de preferência (1ª escolha, 2ª escolha e assim sucessivamente). Para cada pergunta/critério é feito um sociograma.
Cada escolha recebe uma pontuação de acordo com a ordem em que ocorreu: num grupo de 3, a 1ª escolha tem a pontuação de 3, a 2ª de 2 e a 3ª de 1. No sociograma a intensidade é representada pela grossura das setas, o que nos permite verificar a intensidade com que cada elemento é escolhido.
Estamos perante uma mutualidade quando um elemento escolhe e também é escolhido por esse mesmo elemento.
A estrela sociometrica é aquele elemento que possui mais mutualidades.
O número de círculos concêntricos diz respeito ao número de mutualidades que surgiram no grupo. No centro encontra-se o elemento que teve mais mutualidades e no último circulo o elemento que não teve mutualidades.
Também o nosso grupo irá realizar um sociograma que constará no portefólio.
Resumo feito por Ana Ferreira
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Aula Nº11
Na parte inicial da aula, houve um esclarecimento por parte das docentes relativamente ao portefólio, bem como a marcação da apresentação do mesmo.
Numa segunda parte, aprendemos que a aprendizagem cooperativa tem por base estimular a união entre o grupo em torno de um objectivo comum.
A aprendizagem cooperativa engloba 3 etapas:
- Os alunos necessitam de tempo e actividades para poderem trocar informações;
- Os grupos formados;
- Manter o contacto após a aprendizagem cooperativa.
Existe uma interdependência positiva quando o grupo pensa que os seus objectivos estão interligados e só têm resultados quando todos os elementos atingirem o seu/esse objectivo.
Foi realizada na aula uma dinâmica para trabalharmos a aprendizagem cooperativa dentro do nosso grupo.
Numa segunda parte, aprendemos que a aprendizagem cooperativa tem por base estimular a união entre o grupo em torno de um objectivo comum.
A aprendizagem cooperativa engloba 3 etapas:
- Os alunos necessitam de tempo e actividades para poderem trocar informações;
- Os grupos formados;
- Manter o contacto após a aprendizagem cooperativa.
Existe uma interdependência positiva quando o grupo pensa que os seus objectivos estão interligados e só têm resultados quando todos os elementos atingirem o seu/esse objectivo.
Foi realizada na aula uma dinâmica para trabalharmos a aprendizagem cooperativa dentro do nosso grupo.
Resumo feito por Ana Ferreira
Etiquetas:
aprendizagem cooperativa
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Aula Nº10
Nesta aula aprendemos dois métodos que podemos utilizar em dinâmicas de grupo: o reforço social e o autocontrolo.
Quanto ao reforço social aprendemos que este engloba 3 componentes:
- Atenção: centrar-se no comportamento positivo e não no negativo, o foco da atenção deve ser o foco social que se quer melhorar;
- Feedback: o professor deve ser específico, elogiar o aluno mas explicar porquê, dar feedback imediato e evitar frases repetitivas;
- Aprovação: elogiar o aluno por fazer bem, ser rápido (logo após o comportamento), dar consistência à aprovação fazendo-a acompanhar ocasionalmente de outros reforços, variedade de reforços sociais (físicos, verbais).
Para explicar este método foi feita uma dinâmica na sala, em que se simulou um aluno mal comportado com a professora (em contexto de aula), para ver como a professora reagia aos comportamentos do aluno, se valorizava o positivo ou o negativo.
Relativamente ao autocontrolo, aprendemos que este tem como objectivo manter ou modificar comportamentos. Engloba 3 tipos de capacidades: automonitorização, auto-avaliação e auto-reforço. Quanto às linhas de orientação para implementar estratégias de autocontrolo são:
- Definição do comportamento-alvo;
- Fornecer razões lógicas para o auto-controlo;
- Desenvolver um sistema de autocontrolo;
- Fornecer instrução directa;
- Monitorizar a exactidão;
- Diminuir procedimentos explícitos;
- Generalização.
Também foi feita uma dinâmica para exemplificar esta técnica, que consistia em cada um de nós pensar num comportamento desajustado que tivesse no que respeita à reciclagem, para o podermos modificar.
Quanto ao reforço social aprendemos que este engloba 3 componentes:
- Atenção: centrar-se no comportamento positivo e não no negativo, o foco da atenção deve ser o foco social que se quer melhorar;
- Feedback: o professor deve ser específico, elogiar o aluno mas explicar porquê, dar feedback imediato e evitar frases repetitivas;
- Aprovação: elogiar o aluno por fazer bem, ser rápido (logo após o comportamento), dar consistência à aprovação fazendo-a acompanhar ocasionalmente de outros reforços, variedade de reforços sociais (físicos, verbais).
Para explicar este método foi feita uma dinâmica na sala, em que se simulou um aluno mal comportado com a professora (em contexto de aula), para ver como a professora reagia aos comportamentos do aluno, se valorizava o positivo ou o negativo.
Relativamente ao autocontrolo, aprendemos que este tem como objectivo manter ou modificar comportamentos. Engloba 3 tipos de capacidades: automonitorização, auto-avaliação e auto-reforço. Quanto às linhas de orientação para implementar estratégias de autocontrolo são:
- Definição do comportamento-alvo;
- Fornecer razões lógicas para o auto-controlo;
- Desenvolver um sistema de autocontrolo;
- Fornecer instrução directa;
- Monitorizar a exactidão;
- Diminuir procedimentos explícitos;
- Generalização.
Também foi feita uma dinâmica para exemplificar esta técnica, que consistia em cada um de nós pensar num comportamento desajustado que tivesse no que respeita à reciclagem, para o podermos modificar.
Resumo feito por Ana Ferreira
Etiquetas:
autocontrolo,
reforço social
terça-feira, 12 de maio de 2009
Resumo: Actividades e Liames colectivos Cap. VI – “A Dinâmica dos Grupos”
Este capítulo trata da importância da afectividade na vida dos grupos, tentando interpretar a natureza dos laços afectivos que unem os membros de um grupo. Para isso, existem algumas contribuições psicanalíticas a ter em conta, tais como as de Freud, M. Klein, Anzien e Bion.
Segundo Freud toda a relação com o outro é de natureza essencialmente afectiva e resulta da combinação de dois dinamismos: o desejo – envolve todas as formas de “bem-querer” e a identificação – processos que concernem ao sujeito do eu e não a uma relação de objecto. Sempre que uma pessoa descobre em si traços ou situações comuns com os outros criam-se laços que se vão fortalecendo quanto mais significativos forem. Assim, os laços são ambíguos e a liderança tem um lugar central.
Klein realça a ambivalência dos afectos, já que a pessoa ou grupo pode simultaneamente ser bom ou mau. Esta engloba a angústia e os fantasmas. Os fantasmas são um cenário ligado a um misto de desejos, ofensas e medos, enquanto que a angústia pode ser reactivada na situação de grupo, essencialmente quando é confusa e anónima.
Quanto ao desejo e imaginação dos grupos, Anzien, mostrou que os fantasmas penetram em grupos estáveis, bem como nas relações desses grupos, já que muitos dos desejos insatisfeitos na vida privada são levados para o grupo.
Para Bion a vida de um grupo processa-se a dois níveis:
- Grupo de trabalho: nível racional, consciente, o das tarefas, a actividade pressupõe uma aprendizagem
- Grupo de base: nível irracional, normalmente inconsciente e irrealista, não exige nenhuma aptidão especial para cooperar
A hipótese de base diz respeito às atitudes, aos esquemas mentais colectivos e engloba a dependência – o grupo comporta-se como se existisse para ser protegido por uma pessoa, a luta-fuga – o grupo comporta-se como se não pudesse sobreviver sem lutar contra um perigo ou fugir dele e a paridade – o grupo vive uma atmosfera acompanhada e simbolizada pela formação de pares e de relações de intimidade no grupo, existindo o estabelecimento de uma verdadeira cooperação.
É necessário perceber como é que interferem na vida dos grupos os esquemas afectivos e os esquemas produtivos de trabalho e de progresso. Assim, e adoptando uma atitude pluralista temos o esquema de encontro – o liame colectivo implica por vezes a satisfação de um desejo, o esquema de trabalho – o interesse pelo trabalho, participado por todos os membros do grupo, é um dos fios do liame que mantém as pessoas em conjunto e o intercâmbio criador – estes esquemas de encontro e de trabalho intervêm conjuntamente para suscitar ou manter o liame colectivo. As tomadas de consciência participam de forma afectiva e racional.
Segundo Freud toda a relação com o outro é de natureza essencialmente afectiva e resulta da combinação de dois dinamismos: o desejo – envolve todas as formas de “bem-querer” e a identificação – processos que concernem ao sujeito do eu e não a uma relação de objecto. Sempre que uma pessoa descobre em si traços ou situações comuns com os outros criam-se laços que se vão fortalecendo quanto mais significativos forem. Assim, os laços são ambíguos e a liderança tem um lugar central.
Klein realça a ambivalência dos afectos, já que a pessoa ou grupo pode simultaneamente ser bom ou mau. Esta engloba a angústia e os fantasmas. Os fantasmas são um cenário ligado a um misto de desejos, ofensas e medos, enquanto que a angústia pode ser reactivada na situação de grupo, essencialmente quando é confusa e anónima.
Quanto ao desejo e imaginação dos grupos, Anzien, mostrou que os fantasmas penetram em grupos estáveis, bem como nas relações desses grupos, já que muitos dos desejos insatisfeitos na vida privada são levados para o grupo.
Para Bion a vida de um grupo processa-se a dois níveis:
- Grupo de trabalho: nível racional, consciente, o das tarefas, a actividade pressupõe uma aprendizagem
- Grupo de base: nível irracional, normalmente inconsciente e irrealista, não exige nenhuma aptidão especial para cooperar
A hipótese de base diz respeito às atitudes, aos esquemas mentais colectivos e engloba a dependência – o grupo comporta-se como se existisse para ser protegido por uma pessoa, a luta-fuga – o grupo comporta-se como se não pudesse sobreviver sem lutar contra um perigo ou fugir dele e a paridade – o grupo vive uma atmosfera acompanhada e simbolizada pela formação de pares e de relações de intimidade no grupo, existindo o estabelecimento de uma verdadeira cooperação.
É necessário perceber como é que interferem na vida dos grupos os esquemas afectivos e os esquemas produtivos de trabalho e de progresso. Assim, e adoptando uma atitude pluralista temos o esquema de encontro – o liame colectivo implica por vezes a satisfação de um desejo, o esquema de trabalho – o interesse pelo trabalho, participado por todos os membros do grupo, é um dos fios do liame que mantém as pessoas em conjunto e o intercâmbio criador – estes esquemas de encontro e de trabalho intervêm conjuntamente para suscitar ou manter o liame colectivo. As tomadas de consciência participam de forma afectiva e racional.
Resumo feito por Ana Ferreira
Subscrever:
Mensagens (Atom)









